Video evocativo das 24h de Le Mans de 2013
E o Carrera 6 "Psicadélico Português" está pronto!
1000 km Suzuka FIA GT 1998
http://www.doubledeclutch.com/?p=5001
Ferdinand A. Porsche (1935-2012)
O Maior Leilão de Porsche de Competição
Olhem o que apareceu nos Estados Unidos
Boião de Cultura II - Porsche 959
Porsche 356B Abarth GTL
Porsche - O regresso marcado para 2014
1971 - Porsche 917 K - Martini Racing Team - Helmut Marko; Gijs Van Lennep
1976 - Porsche 936 - Martini Racing Porsche System - Jacky Ickx; Gijs Van Lennep
1977 - Porsche 936 - Martini Racing Porsche System - Jacky Ickx; Jurgen Barth; Hurley Haywood
1979 - Porsche 935 K3 - Porsche Kremer Racing - Klaus Ludwig; Don Whittington; Bill Whittington
1981 - Porsche 936 - Porsche System - Jacky Ickx; Derek Bell
1982 - Porsche 956 - Rothmans Porsche System - Jacky Ickx; Derek Bell
1983 - Porsche 956 - Rothmans Porsche System - Vern Schuppan; Hurley Haywood; Al Holbert
1984 - Porsche 956B - New-Man Joest Racing - Henri Pescarolo; Klaus Ludwig
1985 - Porsche 956B - New-Man Joest Racing - Klaus Ludwig; Paolo Barilla; John Winter
1986 - Porsche 962C - Rothmans Porsche - Derek Bell; Hans Joachim Stuck; Al Holbert
1987 - Porsche 962C - Rothmans Porsche - Derek Bell; Hans Joachim Stuck; Al Holbert
1994 - Dauer 962 Le Mans - Le Mans Porsche Team / Joest - Yannick Dalmas; Hurley Haywood; Mauro Baldi
1996 - TWR Porsche WSC-95 - Joest Racing - Davy Jones; Alexander Wurz; Manuel Reuter
1997 - TWR Porsche WSC-95 - Joest Racing - Michele Alboreto; Stefan Johansson; Tom Krintensen
1998 - Porsche 911 GT1-98 - Porsche AG - Laurent Aiello; Allan McNish; Stéphane Ortelli
E por último, o primeiro Porsche a participar em Le Mans, já lá vão 60 anos e, como não podia deixar de ser, venceu, neste caso a sua classe, que era a classe Sport até 1,1l, um Porsche 356/4 SL Coupe, pilotado por Auguste Veuillet e Edmond Mouche.
Le Mans - O Filme
Grande parte das cenas do filme, nomeadamente as sequências de corrida, reproduzem imagens reais recolhidas durante as 24h de Le Mans de 1970.
Aqui deixo a cena da partida e primeira volta da prova, uma mescla de cenas reais com cenas gravadas com os protagonistas do filme. Um pormenor, a bandeirada com a bandeira nacional de francesa, sinal tradicional de partida, é recriada com um actor, a bandeirada foi dada nesse ano por Ferry Porsche, por se comemorarem os 20 da primeira participação de um Porsche na maratona. Coincidência, a Porsche acabaria por vencer a prova à geral pela primeira vez nessa mesma edição
Um pouco de história (conclusão)
Em 1938 entrou em vigor uma nova fórmula que limitava os motores a 4500c.c para motores normalmente aspirados e 3000c.c. para motores equipados com compressores. Foi este o caminho seguido pela Mercedes com o novo W154 e pela Auto Union com o Type D cuja grande diferença para o Type C era estar equipado com um novo motor V12 com 2990c.c., equipado com dois compressores Roots que lhe permitiam atingir os 485hp. Visto de frente é fácil detectar as duas bossas que nasceram na carroçaria devido aos compressores. O Type D apresentava também uma traseira mais esguia e uma nova suspensão baseada num eixo De Dion.

No entanto o ano ficou marcado pela morte do seu piloto n.º 1 Bernd Rosemeyer logo em Janeiro, com apenas 28 anos, quando tentava estabelecer um novo record terrestre de velocidade, na autoestrada entre Frankfurt e Darmstadt. A Auto Union pretendia fazer nesse dia algumas tentativas para estabelecer um novo record e para isso tinha reservado o troço de auto-estrada. Qual não é o espanto dos técnicos e Rosemeyer quando, enquanto descarregavam o carro e preparavam tudo, vêm chegar os camiões da rival Mercedes-Benz, que sabendo dos planos da Auto Union não quiserem ficar atrás. Estava preparado o terreno para uma batalha entre os dois grandes construtores do regime nazi. Rosemeyer fazia uma tentativa, a seguir tentava o rival Caracciola. Na sua segunda tentativa Caracciola marcou um novo record a

Esta derradeira versão carenada (Streamliner) do P-Wagen apresentava outra inovação, os engenheiros da Auto Union, já sem Ferdinand Porsche, perceberam que podiam aproveitar o fluxo de ar que passava por debaixo do carro para criar um efeito de sucção que empurrava o carro para o asfalto. Tirava-se assim, pela primeira vez, partido do “efeito solo”, de forma deliberada, 40 anos antes do fabuloso Lotus 79.

Com a morte Rosemeyer a Auto Union contratou outro grande talento da época, o italiano Tazio Nuvolari, campeão europeu em 1932, que até aí se tinha mantido fiel à pátria, correndo sempre nos ultrapassados Alfa Romeo. Il Mantovano Volante triunfou em Itália e em Donington, enquanto os restantes pilotos se remeteram ao anonimato, salvando-se o título europeu de montanha para Hans Stuck.
Um pouco de história (continuação)
A temporada de 1935 marcou o crescimento do motor do P-Wagen para 5000c.c. e a potência subia para 370hp, nascendo ao Type C. Para este ano o italiano Achille Varzi juntou-se a Hans Stuck e à nova estrela Bernd Rosemeyer na equipa de Grandes Prémios. Hans Stuck venceu o Grande Premio de Itália, foi segundo no Grande Premio da Alemanha e voltou a triunfar em grande escala nas rampas, onde era um verdadeiro especialista, o que lhe valeu a revalidação do título europeu. O recruta Achille Varzi venceu o Grande Premio de Tunis além da Coppa Acerbo e ficou em segundo lugar no Grande Premio de Tripoli venceu na Republica Checa, ficando em segundo no Grande Premio do Eifel e na Coppa Acerbo. Para completar mais uma época de sucessos o chefe de fila Hans Stuck juntou mais um record ao curriculum do P-Wagen.. Numa autoestrada italiana atingiu a velocidade máxima para um automóvel até então,
No final deste ano surge mais uma inovação de Ferdinand Porsche. Para reduzir as referidas dificuldades em controlar o eixo traseiro foi desenvolvido em conjunto com o fabricante de transmissões ZF o primeiro diferencial autoblocante usado num automóvel.

Mas tal não era suficiente, com o desenvolvimento constante da rival Mercedes, que consagrou Rudolf Caracciola campeão europeu de Grandes Prémios em
Entretanto Ferdinand Porsche, cada vez mais ocupado com o projeto “Carro do Povo”, deixou o projecto P-Wagen, ficando o resto da equipa técnica encarregue do carro.
Por isso, sem surpresa, os Type C não apresentaram grandes evoluções enquanto a Mercedes-Benz correu com o novo W125. Ainda assim Rosemeyer triunfou nos Grandes Prémios do Eifel e Donington, na Coppa Acerbo e na Vanderbilt Cup, ficando em segundo










































