Surgiu agora no youtube um video amador que mostra o momento do acidente que vitimou o piloto Georg Plasa
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E esta?
Foto acabada de divulgar pelo piloto Bruno Magalhães:
Da esquerda para a direita:
Bruno Magalhães, Carlos Barros e Pedro Lamy
Desconhece-se ainda o contexto desta foto, mas já era pública a saída do Bruno da Peugeot Portugal que encerrou operações, parece agora que juntamente com o Carlos Barros (ex-homem forte da Peugeot Portugal) irão unir esforços com o Pedro Lamy e a BMW.
Georg Plasa - 1960-2011 RIP
Através do movimento "Queremos a Rampa da Falperra na TV" do facebook, chegou-nos a triste notícia da morte do piloto alemão Georg Plasa, ontem, 10 de Julho, no decorrer da 48ª Coppa Carotti, rampa a contar para o Campeonato Europeu da especialidade que decorreu perto de Roma.
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| Imagem Rietilife |
Georg Plasa, que causou furor pelo seu incrível BMW 134 JUDD há menos de dois meses na Rampa da Falperra perdeu o controlo da sua viatura logo na 4ª curva do traçado por razões ainda por esclarecer mas os esforços rápidos, até porque o acidente foi muito perto da largada, de reanimação no local e transporte para o hospital revelaram-se infrutíferos, confirmando-se o óbito do piloto.
A prova foi imediatamente suspensa.
Fica aqui o bonito vídeo de tributo ao piloto, da autoria do utilizador nelsonalexcosta que o publicou no youtube.com
Que descanse em paz
Deutsche Tourenwagen Meisterschaft / Deutsche Tourenwagen Masters Parte II
1988
Depois de quarto temporadas o DTM entrava na sua maturidade. 12 fins de semana de duas corridas de 100km cada e não 50km como estava previsto. 4 corridas foram realizadas for a de portas, na Bélgica (Zolder como habitual a abrir a temporada), Austria (Salzburgring) e pela primeira vez Checoslováquia (Brno) e Hungria (Hungaroring), sendo que as corridas em Salzburgring acabaram anuladas por aluimentos de terreno na pista.
Depois de quarto temporadas o DTM entrava na sua maturidade. 12 fins de semana de duas corridas de 100km cada e não 50km como estava previsto. 4 corridas foram realizadas for a de portas, na Bélgica (Zolder como habitual a abrir a temporada), Austria (Salzburgring) e pela primeira vez Checoslováquia (Brno) e Hungria (Hungaroring), sendo que as corridas em Salzburgring acabaram anuladas por aluimentos de terreno na pista.
Candidatos, os suspeitos do costume, BMW M3 (Christian Danner, Markus Oestreich, Kurt Thiim e Altfrid Heger), Ford Sierra RS500 (Klaus Ludwig, e Armin Hahne) e Mercedes-Benz 190E (Johnny Cecotto, Roland Asch e Dany Snobeck).
A primeira metade da temporada foi muito equilibrada com 5 vitórias para a BMW, 4 para a Mercedes e 3 para a Ford nas primeiras 12 corridas, no entanto nas últimas 10 comrridas (Salzburgring era a antepenúltima jornada que perfazeria 12 corridas na segunda metade também) resultaram em 8 vitórias para a Ford e duas para a Mercedes, ficando a BMW em branco. Assim o campeão foi Klaus Ludwig (5 vitórias), que conquistaria o primeiro dos seus títulos no DTM, que juntou ao segundo lugar nas 24h de Le Mans deste mesmo ano (já tinha vencido em 1985 a clássica).
Com o vice-campeonato ficaria Roland Asch com um Mercedes, muito regular, uma vez que não venceu nenhuma prova e terceiro Armin Hahne noutro Ford Sierra que venceu igualmente 5 corridas mas foi menos regular que Klaus Ludwig.
Markus Oestreich foi o melhor BMW em 4º, fazendo valer a sua regularidade, uma vez que também não venceu nenhuma prova. Menos regulares e com mais um bocadinho de azar no meio do agressivo pelotão dos carros de turismo foram Johnny Cecotto (4 vitórias, 6º clasificado), Altfrif Heger (2 vitórias, 8º classificado) e Dany Snobeck (2 vitórias, 14º classificado)
DTM - Parte 1 1984-1987
Deutsche Tourenwagen Meisterschaft / Deutsche Tourenwagen Masters
Na Alemanha as corridas com carros que se assemelham com os nossos carros do dia a dia sempre tiveram enorme popularidade. Esta história de sucesso iniciou-se em 1972, com o DRM, na época para carros de Grupo 2 (como o BMW 2002 ou o Ford Escort RS1600 por exemplo) e Grupo 4 (Ford Capri RS ou Porsche 934). O seu interesse junto dos espectadores associado ao pouco interesse pela Fórmula 1 na Alemanha rapidamente fizeram com que fosse o campeonato mais popular no país. Entretanto o campeonato evoluíu para os muito alterados Grupo 5, como os potentes Porsche 935 e os espectaculares Ford Capri e BMW 320. As transmissões televisivas em directo eram Top de audiências na Alemanha e os construtores contratavam pilotos de craveira internacional. No entanto, com o sucesso internacional do Campeonato do Mundo de Marcas com os protótipos de Grupo C, o DRM acabou por adoptar estes modelos. Com a escalada de custos, acabou também por ser o fim do campeonato. Em 1984 apenas se correram três provas, usando-se três provas do Campenato do Mundo para se obterem seis provas pontuáveis, sendo aliás o campeão exactamente o mesmo nas duas competições, Stefan Bellof. Em 1985 apenas se realizou uma prova, correndo o resto do calendário junto com as Interseries.
Assim, a partir de 1986, criou-se uma competição para os Grupo C, a Supercup, no entanto num formato sprint para apenas um piloto por carro. Este campeonato durou até 1989.
Isto porque os organizadores perceberam que necessitavam de revitalizar as competições com carros derivados dos carros de estrada de grande produção, que tinham sido relegados para competições secundárias com o aparecimento dos protótipos e criou o campeonato DTM (Deutsche Tourenwagen Meisterschaft) em 1984, destinado a carros de Grupo A, ou seja, carros de turismo moderadamente modificados.
Era um campeonato destinado a privados, até porque não era atribuído título de construtores. Assim em 1984 iniciou-se a primeira temporada da competição com modelos tão diversos como o Volvo 240 Turbo, Rover Vitesse, BMW 636 CSi, BMW 325i, Chevrolet Camaro, Ford Mustang, Alfa Romeo Alfetta GTV6 ou Opel Kadett GT/E. Correram-se 12 jornadas, 10 na Alemanha e 2 visitas a Zolder na Bélgica. Havia jornadas com uma corrida de 100km ou duas mangas de 50km, neste caso obtendo-se apenas metade da pontuação por manga. No final, o primeiro campeão foi Volker Strycek, com um BMW 635CSi à frente de Olaf Manthey num Rover Vitesse.
Em 1985 a vitória foi para o sueco Por Stureson com um Volvo 240 Turbo com o Rover Vitesse de Olaf Manthey a ficar novamente com o vice-campeonato. Em 1985 abandonaram-se as jornadas com duas mangas passando-se a realizar apenas jornadas com uma corrida de 100km e repetindo-se as únicas visitas ao exterior sob a forma de duas jornadas em Zolder.
1986 foi o ano da Rover, através do Vitesse, pilotado pelo dinamarquês Kurt Thiim, finalmente conseguir o título depois de dois vice-campeonatos consecutivos. Em segundo no campeonato ficou o alemão Volker Weidler, que viria a vencer, cinco anos depois, as 24h de Le Mans com a Mazda. Marcante também foi o carro utilizado por Weidler, pois foi a estreia do Mercedes 190E 2.3 16 no DTM, um carro que iria marcar de forma indelevel o campeonato nos anos seguintes.
Em 1987 estreou-se no campeonato outro peso pesado da história do campeonato, o BMW M3, que veio substituir o 635CSi. E estrou-se com a vitoria no campeonato, pelas mãos do belga Eric Van der Poele que se superiorizou ao alemão Manuel Reuter, com este a repartir a temporada entre dois Ford Sierra, o XR4i e o RS500.
No entanto, e apesar das enormes listas de inscritos, o campeonato ainda não estava a ter o impacto mediático que se pensava possível, talvez até porque tenha havido três estrangeiros campeões em quatro anos, e assim para a temporada de 1988 decidiu-se que todas as jornadas se correriam em duas corridas de 50km e não uma de 100km, de modo a tornar o espectáculo mais interessante para as transmissões televisivas, um formato posteriormente adoptado pela generalidade dos campeonatos de turismo e fórmulas de promoção.
Mas isso fica para a segunda parte...
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