Le Mans 2011 - 1ª Qualificação

A meio da primeira sessão de qualificação, bandeira vermelha.

O Audi número 1, pilotado por Romain Dumas, acertou em cheio no Aston Martin Vantage da Gulf Aston Martin Middle East que estava atravessado na pista na saída da curva no final de Mulsanne com bastantes danos para os dois carros.




Desconhecem-se de momento as consequências para as restantes sessões e corrida para ambos os carros e pilotos


Neste momento os três Audi nos três primeiros lugares, seguidos dos Peugeot oficiais e do Peugeot da Oreca.


Quanto a portugueses, Lamy está em 5º, Monteiro em 11º, Paes do Amaral em 16º, Rui Águas em 46º e o carro de João Barbosa ainda não marcou qualquer tempo, tal como tinha acontecido na sessão livre, pelo que se adivinham problemas para o Lola HPD

Le Mans 2011 - Pontapé de saída

Pois é, os carros já rolam há uma hora na primeira sessão de treinos livres. Ainda se aquecem os motores mas Audi e Peugeot, quem mais, já se destacam na liderança da tabela de tempos.


Os tempos ainda pouco significam, mas os mais de 6 segundos de diferença para o melhor dos outros, ou o melhor dos carros a gasolina, não deixa dúvidas a ninguém do que nos espera!
Boa sorte para os portugueses em prova, a recordar:
Pedro Lamy - Peugeot 908 3.7 HDI-FAP  #9  LMP1
Tiago Monteiro - OAK-Pescarolo 3.4 Judd  #15  LMP1
Miguel Paes do Amaral - Zytek 09SC  #20  LMP1 (Da também portuguesa Quifel ASM)
João Barbosa - Lola B11/80 HPD 2.6 Turbo  #33  LMP2
Rui Águas - Ferrari 458 Italia  #71  GTE PRO


Boas corridas

Deutsche Tourenwagen Meisterschaft / Deutsche Tourenwagen Masters Parte II

1988
Depois de quarto temporadas o DTM entrava na sua maturidade. 12 fins de semana de duas corridas de 100km cada e não 50km como estava previsto. 4 corridas foram realizadas for a de portas, na Bélgica (Zolder como habitual a abrir a temporada), Austria (Salzburgring) e pela primeira vez Checoslováquia (Brno) e Hungria (Hungaroring), sendo que as corridas em Salzburgring acabaram anuladas por aluimentos de terreno na pista.

Candidatos, os suspeitos do costume, BMW M3 (Christian Danner, Markus Oestreich, Kurt Thiim e Altfrid Heger), Ford Sierra RS500 (Klaus Ludwig, e Armin Hahne) e Mercedes-Benz 190E (Johnny Cecotto, Roland Asch e Dany Snobeck). 

A primeira metade da temporada foi muito equilibrada com 5 vitórias para a BMW, 4 para a Mercedes e 3 para a Ford nas primeiras 12 corridas, no entanto nas últimas 10 comrridas (Salzburgring era a antepenúltima jornada que perfazeria 12 corridas na segunda metade também) resultaram em 8 vitórias para a Ford e duas para a Mercedes, ficando a BMW em branco. Assim o campeão foi Klaus Ludwig (5 vitórias), que conquistaria o primeiro dos seus títulos no DTM, que juntou ao segundo lugar nas 24h de Le Mans deste mesmo ano (já tinha vencido em 1985 a clássica).
Com o vice-campeonato ficaria Roland Asch com um Mercedes, muito regular, uma vez que não venceu nenhuma prova e terceiro Armin Hahne noutro Ford Sierra que venceu igualmente 5 corridas mas foi menos regular que Klaus Ludwig.
Markus Oestreich foi o melhor BMW em 4º, fazendo valer a sua regularidade, uma vez que também não venceu nenhuma prova. Menos regulares e com mais um bocadinho de azar no meio do agressivo pelotão dos carros de turismo foram Johnny Cecotto (4 vitórias, 6º clasificado), Altfrif Heger (2 vitórias, 8º classificado) e Dany Snobeck (2 vitórias, 14º classificado)

DTM - Parte 1 1984-1987

Deutsche Tourenwagen Meisterschaft / Deutsche Tourenwagen Masters

Na Alemanha as corridas com carros que se assemelham com os nossos carros do dia a dia sempre tiveram enorme popularidade. Esta história de sucesso iniciou-se em 1972, com o DRM, na época para carros de Grupo 2 (como o BMW 2002 ou o Ford Escort RS1600 por exemplo) e Grupo 4 (Ford Capri RS ou Porsche 934). O seu interesse junto dos espectadores associado ao pouco interesse pela Fórmula 1 na Alemanha rapidamente fizeram com que fosse o campeonato mais popular no país. Entretanto o campeonato evoluíu para os muito alterados Grupo 5, como os potentes Porsche 935 e os espectaculares Ford Capri e BMW 320. As transmissões televisivas em directo eram Top de audiências na Alemanha e os construtores contratavam pilotos de craveira internacional. No entanto, com o sucesso internacional do Campeonato do Mundo de Marcas com os protótipos de Grupo C, o DRM acabou por adoptar estes modelos. Com a escalada de custos, acabou também por ser o fim do campeonato. Em 1984 apenas se correram três provas, usando-se três provas do Campenato do Mundo para se obterem seis provas pontuáveis, sendo aliás o campeão exactamente o mesmo nas duas competições, Stefan Bellof. Em 1985 apenas se realizou uma prova, correndo o resto do calendário junto com as Interseries.

Assim, a partir de 1986, criou-se uma competição para os Grupo C, a Supercup, no entanto num formato sprint para apenas um piloto por carro. Este campeonato durou até 1989.
Isto porque os organizadores perceberam que necessitavam de revitalizar as competições com carros derivados dos carros de estrada de grande produção, que tinham sido relegados para competições secundárias com o aparecimento dos protótipos e criou o campeonato DTM (Deutsche Tourenwagen Meisterschaft) em 1984, destinado a carros de Grupo A, ou seja, carros de turismo moderadamente modificados.



Era um campeonato destinado a privados, até porque não era atribuído título de construtores. Assim em 1984 iniciou-se a primeira temporada da competição com modelos tão diversos como o Volvo 240 Turbo, Rover Vitesse, BMW 636 CSi, BMW 325i, Chevrolet Camaro, Ford Mustang, Alfa Romeo Alfetta GTV6 ou Opel Kadett GT/E. Correram-se 12 jornadas, 10 na Alemanha e 2 visitas a Zolder na Bélgica. Havia jornadas com uma corrida de 100km ou duas mangas de 50km, neste caso obtendo-se apenas metade da pontuação por manga. No final, o primeiro campeão foi Volker Strycek, com um BMW 635CSi à frente de Olaf Manthey num Rover Vitesse.


Em 1985 a vitória foi  para o sueco Por Stureson com um Volvo 240 Turbo com o Rover Vitesse de Olaf Manthey a ficar novamente com o vice-campeonato. Em 1985 abandonaram-se as jornadas com duas mangas passando-se a realizar apenas jornadas com uma corrida de 100km e repetindo-se as únicas visitas ao exterior sob a forma de duas jornadas em Zolder.
 

1986 foi o ano da Rover, através do Vitesse, pilotado pelo dinamarquês Kurt Thiim, finalmente conseguir o título depois de dois vice-campeonatos consecutivos. Em segundo no campeonato ficou o alemão Volker Weidler, que viria a vencer, cinco anos depois, as 24h de Le Mans com a Mazda. Marcante também foi o carro utilizado por Weidler, pois foi a estreia do Mercedes 190E 2.3 16 no DTM, um carro que iria marcar de forma indelevel o campeonato nos anos seguintes.



Em 1987 estreou-se no campeonato outro peso pesado da história do campeonato, o BMW M3, que veio substituir o 635CSi. E estrou-se com a vitoria no campeonato, pelas mãos do belga Eric Van der Poele que se superiorizou ao alemão Manuel Reuter, com este a repartir a temporada entre dois Ford Sierra, o XR4i e o RS500. 



No entanto, e apesar das enormes listas de inscritos, o campeonato ainda não estava a ter o impacto mediático que se pensava possível, talvez até porque tenha havido três estrangeiros campeões em quatro anos, e assim para a temporada de 1988 decidiu-se que todas as jornadas se correriam em duas corridas de 50km e não uma de 100km, de modo a tornar o espectáculo mais interessante para as transmissões televisivas, um formato posteriormente adoptado pela generalidade dos campeonatos de turismo e fórmulas de promoção.


Mas isso fica para a segunda parte...

Boião de Cultura I - 24h de Le Mans

Sabia que, apesar de nunca nenhum piloto português ter vencido, há um português que estava inscrito no carro vencedor?

É verdade!!!

Quando?
1998

Quem?
Pedro Lamy

É verdade, o "nosso" Pedro Lamy era um dos pilotos de reserva do Porsche 911 GT1-98 com o número 26 que venceu a prova, pilotado por Allan McNish, Stéphane Ortelli e Laurent Aiello.



Pedro Lamy, na realidade, correu a prova com o Chrysler Viper GTS-R número 51, classificando-se em 13º da geral e 2º da classe GT2.



Ainda mais curioso é que o nosso compatriota estava ainda inscrito no Chrysler Viper GTS-R número 53 que venceu a classe GT2!



E como se ainda não bastasse, constava do alinhamento de pilotos do Porsche 911 GT1 com o número 48 da Larbre Competition que não se pré-qualificou para a prova.



Estava ao todo inscrito em quatro carros para a prova, isto porque na época tal era permitido, fazendo com que as equipas inscrevessem diversos pilotos por carro, sendo que não havia planos de os fazer correr, salvo caso de algum impedimento de última hora.

Pierre Levegh (Paris 1905 - Le Mans 1955)

Pierre Eugène Alfred Bouillin, conhecido nas corridas por Pierre Levegh foi um atleta de grande nível no hóquei no gelo e no ténis, mas que ficou indelevelmente ligado ao automobilismo e às 24 horas de Le Mans em particular.


Começou a competir relativamente tarde, aos 32 anos, em 1937, tendo participado na maratona francesa pela primeira vez nos dois anos seguintes, que coincidiram com as últimas duas edições da prova antes da eclosão da II Guerra Mundial. Sempre com a Talbot, fazendo equipa primeiro com Jean Trévoux e em 1939 com Luigi Chinetti, registou dois abandonos.

Com o renascer do desporto automóvel após o conflito, Pierre, cuja alcunha Levegh resultava de uma homenagem ao seu tio Alfred Velghe, um pioneiro do desporto automóvel falecido um ano antes do nascimento de Pierre, sendo Levegh um anagrama de Velghe, voltou a competir, sempre com a Talbot, tendo mesmo corrido seis Grandes Prémios entre 1950 e 1951, com máquinas obsoletas registando três abandonos e como melhor resultado um sétimo lugar no Grande Premio da Bélgica de 1950. Voltou em 1951 a Le Mans registando um quarto lugar. Foi no entanto em 1952 que o seu nome começou a ficar marcado na história da prova. O resultado final foi um inglório abandono, mas a corrida de Levegh ficou para sempre associada às lendas da maratona francesa. Isto porque Levegh foi obrigado a desistir devido a uma falha do motor do seu Talbot já na última hora de prova, depois de o francês ter feito a prova a solo! Aliás, a avaria do motor foi atribuída a uma falha numa passagem de caixa motivada pela fadiga extrema do piloto. O pior é que Levegh liderava a prova com quatro voltas de avanço, tendo a vitória na mão! Mais dramático era impossível…

Sempre com a Talbot voltou a Le Mans em 1953 e 1954, somando um oitavo lugar e um abandono respectivamente.

Com a retirada da Talbot, os feitos de Levegh com maquinaria muito desactualizada não passavam despercebidos a outras equipas, sendo contratado pela todo poderosa Mercedes-Benz que procurava emular no Endurance o regresso triunfante que vinha protagonizando desde o ano anterior nos Grandes Prémios. Com uma equipa de luxo, destcando-se a dupla do carro com o dorsal 19, que contava “apenas” com Stirling Moss e Juan Manuel Fangio, apoiados pelo carro 20 de Levegh e o norte-americano John Fitch e o 21 de Karl King e André Simon. Os grandes rivais eram os Jaguar D-Type liderados pela dupla Mike Hawthorn e Ivor Boeb, segundos em 1954.

A corrida começou verdadeiramente frenética, com Fangio e Hawthorn a digladiarem-se com se um verdadeiro Grande Premio se tratasse e ninguém diria que era uma prova de endurance. Até que, com duas horas e vinte cinco minutos de prova se dá a tragédia.


Hawthorn liderava seguido de muito perto por Fangio, quando se aprestavam para dobrar Levegh pela primeira vez na corrida. Ao entrar na recta da meta ultrapassa Levegh e de seguida o Austin Healey de Lance Macklin. Entretanto o francês iniciou a ultrapassagem ao bem mais lento Austin Healey pela esquerda também, quando Hawthorn trava e guina para a direita para parar nas boxes para reabastecer. O Austin Healey surpreendido trava e guina para a esquerda para evitar o Jaguar. Ora, à sua esquerda estava o Mercedes 300 SLR de Levegh que embateu, a cerca de 240 km/h no carro de Macklin sendo catapultado contra a barreira lateral da pista e daí para a bancada principal. 




O Mercedes explodiu e desintegrou-se com o capot a constituir uma autêntica lâmina voadora que decapitou e decepou várias pessoas. O conjunto do bloco do motor e eixo dianteiro constituíram uma verdadeira bala de canhão quem esmagou diversos espectadores e a carroçaria em magnésio incendiou-se, sendo este metal facilmente combustível e a sua chama particularmente difícil de extinguir. O Austin Healy desgovernado entra em sucessivos peões e acaba por embater também nas bancadas esmagando também três pessoas. O resultado foi catastrófico, com 82 pessoas a perderem a vida, incluindo Levegh e 76 ficaram amputadas. Juan Manuel Fangio narrou depois que Levegh ainda terá levantado a mão para o avisar do acidente eminente, o que lhe permitiu evitar envolver-se.

Apesar da tragédia e do cenário dantesco, a prova não foi interrompida, em parte para evitar que o público, ao abandonar o recinto ou a tentar chegar perto do local do acidente congestionasse as vias de acesso impedindo a chegada e partidas de ambulâncias e carros de bombeiros.

Como consequência directa a Mercedes optou por retirar, cerca de quatro horas e meia os dois carros ainda em prova, incluindo o carro 19 que liderava, por ordem expressa da Administração.

No entanto nos tempos seguintes as consequências foram de maior porte, com diversos países a proibirem as competições automóveis até que se criassem regras rigorosas de segurança, como em França ou Alemanha, ou a Suíça que proibiu as corridas em circuitos até 2007! A Mercedes abandonou as competições assim como a Bristol Cars, que fez 1-2-3 na categoria até 2 litros, assim como outras marcas.

Foi realizada uma homenagem às vítimas do acidente na catedral de Le Mans, na segunda feira a seguir à prova.

Pierre Levegh foi sepultado no cemitério Pere Lachaise em Paris.

Gran Turismo – A saga

Nem só de carros reais vive o homem. E quando falamos dos carros virtuais que preenchem o imaginário dos miúdos e graúdos a série Gran Turismo, em exclusivo para as consolas Playstation é uma referência.


De facto, o primeiro Gran Turismo, lançado há mais de 12 anos, foi radical em três vertentes.

Em primeiro lugar pelo controlo dos carros. Numa fase em que o controlo dos carros nos jogos de consola era tudo menos realista, aparecia um jogo em que as diferenças entre carros eram bastante sensíveis, ou seja, percebia-se perfeitamente tratar-se de carros de tracção dianteira, traseira ou integral, assim como se sentia perfeitamente a entrega de potência mais ou menos linear dos motores, etc. Não era perfeito, é certo, os carros de tracção dianteira, por exemplo, eram demasiado fáceis de introduzir em curva, quase sem subviragem, enquanto os carros de tracção traseira sofriam de excesso de sobreviragem. Por outro lado o som dos motores era fantástico.

Em segundo lugar a longevidade do jogo. Numa altura em que os jogos de carros tinham geralmente um muito limitado número de pistas e carros disponíveis, Gran Turismo oferecia-nos 11 pistas que poderiam ser percorridas em ambos os sentidos, o que não era nada de espectacular, mas espectacular era o número de veículos presentes, nada menos que 180! É verdade que o número era obtido devido à maioria dos carros estar presente em mais que uma versão, mas mesmo assim a variedade era imensa. Com a benesse de dispormos desde vulgares carros de estrada até bombas de competição, estando ainda disponíveis upgrades e diversos tipos de pneus. Os nossos popós do dia a dia, depois de devidamente evoluídos, poderiam passar a verdadeiras versões “racing” com decoração apropriada. Com tanto modelo diferente havia também um sistema de jogo à altura. Começava-se com uma quantia muito pequena de dinheiro, com a qual comprava-mos um carro usado, depois era correr para ganhar mais créditos, melhorar o nosso carro, comprar outros carros e por aí fora. Havia competições limitadas a tipos de transmissão, peso, nacionalidades, carros preparados ou carros de origem, não faltando as corridas de endurance, havendo uma corrida de 300km! Havia também as indispensáveis licenças de condução, neste caso três, com testes de dificuldade crescente, sendo que cada competição exigia determinada licença em conformidade com o nível da mesma.

Em terceiro, o aspecto do jogo. Se hoje pouco nos diz em termos de qualidade, na altura era fantástico. Quando a equipa de desenvolvimento começou a lançar imagens do jogo, surpreendeu tudo e todos ao afirmar que a Playtation (a primeira da série) não estava sequer a ser explorada em 50% das suas capacidades pelos melhores jogos de então. O Gran Turismo e especialmente o Gran Turismo 2 vieram dar-lhe razão.

Com isto tudo surgiu o jogo, nascido do fanático por carros de corrida Kazunori Yamauchi que mais vendeu em todo o mundo para a primeira consola da Sony, vendendo quase 11 milhões de cópias em todo o mundo. Contribui decisivamente para o predomínio da Sony sobre as concorrentes há muito implantadas no mercado, nomeadamente a Nintendo e principalmente a Sega, grande dominadora do mercado, e que lutava pela liderança do mercado com a equivalente Sega Saturn.
Mas ainda não era o jogo perfeito. Como já foi dito, apesar de um controlo dos carros, fantástico para a época, ainda não era tão realista quanto pretendido. A variedade de carros não japoneses também era reduzida, limitada a 4 construtores, dois americanos e dois ingleses, ou seja, a Chevrolet com uma mão cheia de Camaros e Corvettes na circunstancia, a Dodge, também com 5 dos inevitáveis Viper e Concept Cars, a TVR com o Cerbera e o Grifith ambos em versão civil e versão racing e a Aston Martin com o DB7 nas versões Coupe e Volante. Havia também carros que permitiam desenvolvimentos atingindo potências e velocidades irracionais, como por exemplo os Nissan Skyline GT-R, os Toyota Supra ou os Mitsubishi GTO (conhecidos por GT3000 na Europa), que podiam ser preparados para debitarem mais de 900cv e atingirem velocidades de 400 km/h. Estava apontado o caminho para o segundo título da série, o Gran Turismo 2.